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?Tá tudo errado!?

- Sílvio Brito -

 

 

Você já parou pra pensar o quanto você já pagou de impostos? Com certeza, é bem mais do que você gostaria. Mas também já parou pra pensar que mesmo quando você se for, ainda assim, seus herdeiros pagarão impostos sobre os bens do seu inventário? Isso nos remete àquela canção que dá título a este artigo cuja letra diz ?Ter que pagar pra nascer, ter que pagar pra viver, ter que pagar pra morrer...? Acredite, tem muita gente que só descobre isso quando tem que passar pela dor do luto pelos pais que se foram.

 

Por mais que não estejamos sob um estado tão intervencionista quanto outros por aí, a ingerência estatal sobre o patrimônio do cidadão ainda se mostra voraz. Um apetite verdadeiramente hercúleo, que se mostrou pródigo e maquiavélico ao aumentar impostos em plena pandemia!...

 

O modelo econômico vigente implica na necessidade de o cidadão trabalhar mais do que o necessário para fazer frente a eventuais imprevistos e às circunstâncias próprias da velhice. Esta é uma das razões pelas quais a previdência privada é estimulada. Mas da mesma forma que a grande maioria não teve uma educação financeira que lhe permitisse ampliar sobremaneira seus ganhos, esta maioria desconhece que à época do inventário, eventual reserva acumulada para aquela despesa será consumida desnecessariamente. Uma reserva que poderia ir para os filhos, e até netos, ao invés de custear impostos, taxas e emolumentos. Isso sem falar da demora em caso de um inventário judicial.

 

Espere um pouco: desnecessariamente? Sim. Afinal, o famigerado inventário pode ser evitado. Graças ao poderoso Sistema de Planejamento Patrimonial da Família que permite que todos os bens de um CPF sejam transferidos para um CNPJ, numa Holding Familiar. O CPF vai ter que ter uma empresa? Sim, mas uma empresa constituída exclusivamente para guardar o acervo patrimonial da família. Ela não vai bater um prego, não vai produzir um parafuso. Na verdade, não vai produzir nada. E por tais características, requer uma contabilidade diferenciada, muito mais barata do que a de uma empresa comum e a um custo compensador. Não se tem notícia deste Sistema ter tido um custo contábil desvantajoso em relação aos custos com o inventário. E isso sem contar que muitas vezes, os benefícios tributários decorrentes da transferência de bens do CPF para o CNPJ superam facilmente os custos contábeis. Aliás, nos moldes em que nós conseguimos configurar este Sistema, o cliente já tem uma ideia de quão vantajoso são estes custos antes de se decidir pela construção do Sistema.

 

Neste Sistema, da forma como o configuramos, o CPF fica como usufrutuário vitalício de todos os seus bens até a sua partida. E neste usufruto, ele continua com domínio total e absoluto dos bens, ainda que seus bens não mais lhe pertençam, e sim ao CNPJ. Com a vantagem de que todo o seu patrimônio incluso naquela empresa fica protegido contra eventuais reveses financeiros da família.

 

Mas onde é que o inventário se torna desnecessário com este Sistema? Simples: quando o CPF se for, em virtude da transferência em vida de seu patrimônio para o CNPJ da empresa, não haverá bens em seu nome, portanto, não haverá o que ser inventariado.

 

A grande verdade é que da forma como as famílias têm procedido atualmente em relação ao inventário, ?está tudo errado? como diz a canção. Portanto, desça do bonde do inventário agora mesmo e adquira o mais breve possível o seu Sistema de Planejamento Patrimonial da Família.

 

É muito fácil livrar seus familiares do terror do inventário. O primeiro passo é adquirir uma Sessão de Viabilidade da sua Holding Familiar que seguramente é muito melhor do que arcar com altíssimos honorários do inventário.

 

Clique no link abaixo e saiba como evitar o inventário com uma economia de 70 a 80%.

 

https://www.advcarlosferreira.com.br/

 

E aí? Vai procrastinar? Ou vai resolver?

 

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