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?Claro que eu tenho depressão. Tive seis mulheres, nove filhos e dez netos. Se eu não tivesse depressão, teriam de me internar, porque eu seria um psicopata.? Chico Anysio


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Para cada supervilão se faz necessário um super-herói e vice-versa. Existe um supervilão com poderes devastadores sobre a família brasileira. O famigerado inventário, aquele procedimento insidioso. Se a gente for procurar a palavra insidioso no dicionário vai ver que é aquilo que prepara ciladas, que é enganador e traiçoeiro,. que parece benigno, mas pode ser ou tornar-se grave e perigoso. É insidioso porque ele só se manifesta em sua plenitude quando é tarde demais. É quando a família descobre que de 20 a 40% de todo o patrimônio juntado a duras penas vai parar na mão de governos, cartórios e advogados.


Para quem não sabe, o processo de inventário é uma das etapas mais complexas e onerosas do direito sucessório. Ele tem como objetivo formalizar a partilha dos bens deixados pelo falecido entre os herdeiros e credores. Um dos principais pontos negativos do procedimento de inventário é o seu alto custo envolvido. Isso envolve uma série de despesas, tais como honorários advocatícios, custas judiciais, impostos e taxas cartoriais. Além disso, é comum que haja a necessidade de contratação de profissionais especializados, como avaliadores e peritos, o que acarreta em mais gastos. Esses custos podem ser ainda maiores caso haja impugnação de decisões e recursos ao longo do processo, principalmente se ele tiver que ser realizado judicialmente.


Outro ponto negativo é a demora. O inventário pode levar meses ou até anos para ser finalizado, o que gera desgaste emocional e financeiro para os herdeiros. Além disso, durante esse período, os bens ficam indisponíveis para venda ou utilização, o que pode prejudicar a gestão do patrimônio e gerar prejuízos financeiros.


O conflito entre herdeiros é outro fator que pode tornar o processo de inventário ainda mais difícil e demorado. Muitas vezes, os herdeiros têm visões diferentes sobre como os bens devem ser divididos, o que pode gerar disputas e atrasar a resolução do processo. Mas não é só isso. É comum que haja divergências quanto à existência e validade de testamentos e outros documentos que podem afetar a partilha.


Por fim, é importante destacar que o processo de inventário pode ser bastante complexo, especialmente em casos envolvendo bens de grande valor ou negócios empresariais. É necessário um conhecimento técnico e jurídico específico para a correta avaliação dos bens e sua divisão entre os herdeiros. Essa complexidade pode gerar erros e prejuízos financeiros para os herdeiros, caso o processo não seja conduzido adequadamente.


Diante desses aspectos negativos, é fundamental que os herdeiros busquem a assistência de profissionais especializados em planejamento patrimonial da família, como por exemplo, os profissionais do Time Holding Brasil, a maior associação coletiva de profissionais sobre o assunto, à qual me orgulho de pertencer. É junto e estes profissionais que você vai encontrar a melhor alternativa para se contrapor à vilania do inventário. A nossa querida super-heroína Holding Familiar.


E tudo começa com uma Sessão de Viabilidade, que constitui um primeiro e importante passo para se livrar do horror do inventário. Os passos seguintes são igualmente simples nesta jornada em prol da sua Holding Familiar. É aquela empresa destinada exclusivamente à guarda e proteção do acervo patrimonial da família, que faz parte de um Sistema que garante uma sucessão eficaz nos moldes desejados pelos patriarcas, com a consequente dispensa do inventário.

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E aí? Vai procrastinar? Ou vai resolver?